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O caminho para a prevenção da doença cardiovascular

“Nos doentes de muito alto risco cardiovascular é fundamental olhar para o seu todo e depois individualizar a terapêutica”, afirma a Dr.ª Sílvia Monteiro, cardiologista no Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC), a propósito da sua preleção “O tratamento da inflamação já está em prime time?”, no XIIX Congresso Português de Aterosclerose. Assista ao depoimento em vídeo.

“As doenças cardiovasculares prevalecem como as principais causas de morte”, começa por afirmar a especialista, explicando que, para travar a progressão da doença cardiovascular, “é preciso um controlo agressivo dos principais fatores de risco, em particular os níveis de colesterol LDL”. Ao abrigo das recomendações internacionais e nacionais, a médica afirma que “é fundamental definir qual o risco cardiovascular do doente e atingir o alvo terapêutico de colesterol em LDL” através das terapêuticas disponíveis que já se mostraram “muito eficazes e seguras”.

Outra área muito importante na prevenção cardiovascular é o tratamento da diabetes. “De facto, a indicação para os doentes com diabetes e de muito alto risco cardiovascular é iniciarem terapêuticas de primeira linha, fármacos que permitem reduzir eventos cardiovasculares como os inibidores da SGLT-2 e os análogos da GLP-1”, exemplifica a cardiologista.

No entanto, “há uma percentagem pequena de doentes que mesmo a fazerem estas terapêuticas continuam com um risco residual inflamatório”. Ou seja, os valores da proteína C- reativa mantêm-se elevados. Por isso, coloca-se em perspetiva se poderá ou não existir benefício na utilização de terapêutica que permita reduzir o risco inflamatório, destaca a médica, mencionando o estudo CANTOS que demonstrou que “o anticorpo monoclonal permite inibir a interleucina 1 beta e, consequentemente, reduzir os marcadores inflamatórios”.  Nesta investigação verificou-se uma redução significativa de eventos cardiovasculares, mas também um aumento da taxa de infeções fatais, “deixando algumas reservas na comunidade científica”, alerta a médica, concluindo que “ainda estão à procura de melhores alvos de inibição”.

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